Nós éramos os negócios do Pai
Certa feita, ao ser questionado pelos fariseus, Jesus declarou que seu Pai trabalhava até aquele momento e, que ele trabalhava também. Percebemos assim, que o trabalho era uma das características do Mestre.
Já, no Éden, antes de existir pecado, existia trabalho, pois o homem fora colocado no jardim para lavrar a terra e guardá-la. O trabalho continuará no Céu depois que não mais existir pecado porque ali, afirma a Palavra de Deus (a Bíblia), serviremos.
A Bíblia relata a preocupação de José e Maria quanto voltavam de Jerusalém para Nazaré e, perceberam a ausência de Jesus entre os demais que regressava da Festa de Páscoa.
Ao retornarem a Jerusalém, o encontraram no templo no meio dos doutores. Indagado pela sua mãe por ter feito aquilo, isto é, ter ficado em Jerusalém. Ele respondeu: “Porque estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar de meu Pai?”
Embora Jesus, pelos costumes judaicos, só poderia assumir responsabilidade pública após os 30 anos, desde cedo cuidava dos negócios do Pai. O que poderia entusiasmar tanto um adolescente a ponto de maravilhar os grandes e reconhecidos sábios judeus que viram os seus imensos conhecimentos? Nós, sim, “nós éramos os negócios do Pai”, que Cristo tanto defendia. Eu, você, enfim, todos nós éramos o destaque das preocupações de Jesus.
Ele veio para que nós tivéssemos a plena e real vida que fora perdida a milênios no Jardim do Éden. Era propósito de Deus que a sua semelhança espiritual, feita com a intenção da mais perfeita felicidade, continuasse como presa do inimigo. Esse mesmo inimigo que continua até hoje inoculando o germe do pecado, da infelicidade, da violência, do egoísmo, da doença e dos efêmeros e enganosos prazeres.
Para nós que amamos o Senhor Jesus, o qual trabalhou intensamente no ministério terreno e continua trabalhando, na expectativa que todo o seu esforço não seja em vão, espera receber os seus salvos a fim de desfrutar de todas as maravilhas que Ele nos tem preparado em seu contínuo trabalho.
A Deus toda honra e glória!
Estudo enviado gentilmente pelo Dc. Paulo César Domingues Pereira, para publicação no portal Crentes.net.
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